Ar condicionado é um troço estranho. De um tempo pra cá as pessoas ficaram tão viciadas nessa maravilha da vida moderna que são capazes de passar o dia todo agasalhadas dentro do escritório com o aparelho ligado na máxima potência. O que é um desrespeito ao planeta, já que vivemos em tempos de aquecimento global. Mas não é isso que vem ao caso.
O fato é que as pessoas são diferentes entre si e se sentem bem em diferentes temperaturas. Não vou entrar na discussão se pessoas com mais peso sentem menos frio, nem se a quantidade de melanina influencia na temperatura do corpo. Mas que é impossível agradar a todas as pessoas que compartilham um ambiente com ar condicionado, isso não dá pra negar.
E já que é impossível agradar a todos, a solução deve ser a mais democrática possível. Imagine um aparelho de ar condicionado que perguntasse a cada celular bluetooth presente naquele ambiente se a temperatura está ok, se deve aumentar ou diminuir. O indivíduo responde no celular em poucos segundos e a temperatura do local se adequa automaticamente à opinião da maioria.
Isso se aplicaria a restaurantes, bares, salas de aula, escritórios e todos os recintos coletivos que possuíssem um aparelho desses.
E viva a democracia \o/
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Ar condicionado democrático
Postado por
Fabricio Teixeira
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