Você abre 3 janelas de navegador com umas 15 abas em cada uma. O problema é que sempre tem um site de agência ou de clube que insiste em abrir com musiquinha pra te deixar no clima, ou mesmo aquele vídeo do youtube que não espera carregar nem espera que você aperte "play". Simplesmente sai tocando, e é beeem chato de achar a fonte daquele barulho chato. Às vezes isso é tão chato que fico feliz de meu notebook ter um "mute" bem faciinho de achar.
Para acabar com essa chateação constante, eu bem que queria um bloqueador de sons indesejados. Um que me avisasse "Ei, elisa! tem um site mané querendo tocar um putz putz chato aqui. Você deixa? Sim ou não?" E além de dizer "não"eu poderia selecionar "Nunca aceitar música desse site chato" ou "Nunca aceitar música de site nenhum" ou até "Apenas aceitar música de um site quando sua janela estiver ativa".
E se isso não for possível, que pelo menos fosse fácil de identificar o site chateador: o navegador podia mostrar um sinalzinho em cima da aba ou da janela para me avisar que dali sai um barulho indesejado. Eu fecharia sem dó.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Silenciador de sites
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elisa volpato
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Vale padaria
"Todo dia eu tenho que ter 2 reais trocados pra deixar pra minha empregada comprar pão." (Duda Vasconcellos)
Pois é. Isso não aconteceria caso já tivessem inventado o Vale Padaria.
A idéia é bem simples. Trata-se de um cartão pré-pago que as donas-de-casa deixam carregado para suas empregadas para que elas possam fazer pequenas compras do dia-a-dia sem precisar atormentá-las atrás de centavos - e nem o dono da quitanda atrás de um fiado. Uma espécie de cartão de crédito, mas sem necessidade de assinatura ou senha.
A vantagem para os estabelecimentos? Fidelizar o cliente, agilizar a compra e ainda ter a certeza que a empregada não vai deixar de comprar o pãozinho de cada dia por esquecimento da patroa. Além de não ter que se preocupar com moedas e troco, claro.
Ah, sim. E o mesmo vale pra quando a mãe pede ao filho que vá ao mercadinho da esquina, pra quando o marido esquece de sacar dinheiro antes de chegar em casa, ou ainda para as mulheres desesperadas atrás do fermento do bolo que já está batendo. Uma mão na roda, não é mesmo?
Valeu pela dica, Duda!
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Fabricio Teixeira
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Filtro cordavocálico
Tem gente que fala muito quando não tem nada pra falar. Tem gente que fala pouco, mas o que fala, é bom. E tem gente que insiste em falar mas fala tudo errado! Infelizmente, para a humanidade, o primeiro e o último tipo de gente são os mais comuns. E isso sempre foi um problema para todos...
...ATÉ AGORA! Com o maravilhoso FILTRO CORDAVOCÁLICO apenas coisas boas e úteis e relevantes e corretas gramaticalmente conseguirão passar de um pensamento ridículo para o mundo exterior, em formato de voz.
É meio parecido com aquele filtro afinador que ouvi dizer que alguns cantores usam. Para que seja possível perceber o nível de irrelevância da fala antes mesmo do som começar a sair, o filtro tem ligações cerebrais que detecta pensamentos idiotas. Assim, conforme os pensamentos irrelevantes são reformulados, o filtro manda um estímulo para um dispositivo instalado nas cordas vocais, que emudece a pessoa.
No começo as pessoas estranhariam perder a voz subitamente. Mas logo aprenderiam a transformar a boca aberta em um bocejo simpático. Afinal, melhor ser sonolento do que falar o que não deve.
ps. Nenhuma idéia é totalmente ridícula, tá?
pps. Cliquem no "gente". Todo mundo deveria ver esse site antes de morrer.
Banheiro "não fui eu"
Todo mundo tem direito a um dia de piriri, não é mesmo? Hoje mesmo eu ouvi alguém numa crise, ali no banheiro (não fui eu!). Só que nem sempre pega bem ter um piriri sonoro, a depender do banheiro utilizado.
Por isso acho que os banheiros poderiam ter som ambiente. Mas não uma musiquinha de elevador: tinha que ser algo muito muito alto e dramático para não permitir que sons constrangedores fossem ouvidos pelos demais. Imagina só um indivíduo se contorcendo ao som da Cavalgada das Valquírias! Dramático e discreto.
Ou então podia ser algo parecido com o que fazem em pelotões de fuzilamento: para cada infeliz que vai morrer, há vários sujeitos com fuzis, mas apenas um tem bala de verdade; os outros usam balas de festim. Daí que os banheiros deviam ser equipados com alto-falantes que emitissem som de piriri periodicamente. Daí, ninguém ia saber de se o barulho nojento vinha de uma das cabines ou do som, mesmo.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Aviso prévio artificialmente feliz
Pedir demissão é sempre uma coisa chata, né? (Calma, gente! Eu não vou pedir agora não!)
É sempre aquele constrangimento, você prepara um discurso e tem que ser super simpática para não perder o contato com o chefe (que ainda pode lhe render bastante no futuro) e não deixá-lo pensando que você é um ingrato etc etc.
Daí que podia ser inventado um código mais simpático para isso. Algo para livrar a gente desse sofrimento. Algo que dispensasse mais explicações, "sem mais" (esta foi uma piada para o pessoal do meu antigo trabalho).
Algo como... um chocolate!
Já pensou que simpático o diálogo?
- Oi, chefe! Bom diaaaa!!!
- Bom dia por quê? O que é que tem de bom no dia de hoje? <- mau-humor extremo
- Aaaah! Tuudo de bom! Olha, encontrei esse chocolate e lembrei de você.
Chefe vê a embalagem do chocolate, que diz "Aviso prévio". Pra compensar o desgosto, come o chocolate.
- Ah, que bom que você vai desta para uma melhor, não é mesmo? <- serotonina do chocolate atuando.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Barrigueira tonificante
"Barrigueira" é aquela parte da mochila que é presa na barriga do dono. Simples assim. Ah, claro, e costuma ter regulagem para se adaptar a qualquer design de pança e a qualquer volume de tecido adiposo acumulado na região.
Imagine agora uma barrigueira tonificante, com eletrodos similares aos daquele produto que a Feiticeira promovia na televisão. Enquanto o aventureiro percorre sua trilha e carrega sua mochila nas costas, aproveita para fazer a pança tremer e tonificar também os músculos abdominais.
Uma simples trilha vai passar a queimar duas vezes mais calorias e a enrijecer não só os músculos da batata da perna. Ah, e as baterias poderiam ser recarregáveis com luz solar, para que o BarriToner não pare de funcionar no meio do passeio e cause uma sensação de flacidez indesejada no pânceps do aventureiro.
Sucesso de vendas. Diz aí, Feiticeira!
Idéia da Elisa e o Fabricio, enquanto procuravam mochilas para a viagem de ano-novo.
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Fabricio Teixeira
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Hamsters
Academia, 7 da manhã. Um calor de matar e o professor gritando "Vamo lá! Chega de moleza! Pedala mais rápido! Mexe essa banhaaa!". E as tiazinhas nas bicicletas reclamando que o ventilador não dava conta daquele calor todo.
Almoço, meio-dia e meia. Um calor de matar de novo e o ventilador do restaurante gira muito muito devagar, dando um clima de bar mexicano calorento de filme. Quase dá pra ver as mosquinhas pousando no bigodão de um sujeito mal-encarado segurando uma pistola no balcão.
Daí que me deu vontade de ir ali girar a pá do maldito ventilador sozinha, só para ele sair daquela lerdeza e servir para alguma coisa. E... epa! Lembrei da academia. É meio ridículo a gente ficar pedalando na bicicleta sem sair do lugar, né? Daí que se a energia gasta pedalando não gera movimento da gente, bem que podia girar as pás do ventilador! E com um pouco mais de engenhosidade, a energia gerada pelas tiazinhas suarentas poderia abastecer a rede elétrica, e iluminar a sala ou fazer funcionar as esteiras lá do outro lado.
É claro que o abastecimento de energia elétrica do recinto não poderia depender só de quem tá ali pedalando, porque dificilmente seria suficiente. Mas isso podia ajudar a economizar. E acho até que daria um efeito psicológico bem bacana: quanto mais você pedala, mais energia produz e mais o ventilador gira, te deixando mais fresquinho para pedalar ainda mais. E o professor: "Tá com calor? Então pedaaalaaa essa perna goooorda!"
Eu seria uma hamster feliz.