"Todo dia eu tenho que ter 2 reais trocados pra deixar pra minha empregada comprar pão." (Duda Vasconcellos)
Pois é. Isso não aconteceria caso já tivessem inventado o Vale Padaria.
A idéia é bem simples. Trata-se de um cartão pré-pago que as donas-de-casa deixam carregado para suas empregadas para que elas possam fazer pequenas compras do dia-a-dia sem precisar atormentá-las atrás de centavos - e nem o dono da quitanda atrás de um fiado. Uma espécie de cartão de crédito, mas sem necessidade de assinatura ou senha.
A vantagem para os estabelecimentos? Fidelizar o cliente, agilizar a compra e ainda ter a certeza que a empregada não vai deixar de comprar o pãozinho de cada dia por esquecimento da patroa. Além de não ter que se preocupar com moedas e troco, claro.
Ah, sim. E o mesmo vale pra quando a mãe pede ao filho que vá ao mercadinho da esquina, pra quando o marido esquece de sacar dinheiro antes de chegar em casa, ou ainda para as mulheres desesperadas atrás do fermento do bolo que já está batendo. Uma mão na roda, não é mesmo?
Valeu pela dica, Duda!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Vale padaria
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Fabricio Teixeira
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Filtro cordavocálico
Tem gente que fala muito quando não tem nada pra falar. Tem gente que fala pouco, mas o que fala, é bom. E tem gente que insiste em falar mas fala tudo errado! Infelizmente, para a humanidade, o primeiro e o último tipo de gente são os mais comuns. E isso sempre foi um problema para todos...
...ATÉ AGORA! Com o maravilhoso FILTRO CORDAVOCÁLICO apenas coisas boas e úteis e relevantes e corretas gramaticalmente conseguirão passar de um pensamento ridículo para o mundo exterior, em formato de voz.
É meio parecido com aquele filtro afinador que ouvi dizer que alguns cantores usam. Para que seja possível perceber o nível de irrelevância da fala antes mesmo do som começar a sair, o filtro tem ligações cerebrais que detecta pensamentos idiotas. Assim, conforme os pensamentos irrelevantes são reformulados, o filtro manda um estímulo para um dispositivo instalado nas cordas vocais, que emudece a pessoa.
No começo as pessoas estranhariam perder a voz subitamente. Mas logo aprenderiam a transformar a boca aberta em um bocejo simpático. Afinal, melhor ser sonolento do que falar o que não deve.
ps. Nenhuma idéia é totalmente ridícula, tá?
pps. Cliquem no "gente". Todo mundo deveria ver esse site antes de morrer.
Banheiro "não fui eu"
Todo mundo tem direito a um dia de piriri, não é mesmo? Hoje mesmo eu ouvi alguém numa crise, ali no banheiro (não fui eu!). Só que nem sempre pega bem ter um piriri sonoro, a depender do banheiro utilizado.
Por isso acho que os banheiros poderiam ter som ambiente. Mas não uma musiquinha de elevador: tinha que ser algo muito muito alto e dramático para não permitir que sons constrangedores fossem ouvidos pelos demais. Imagina só um indivíduo se contorcendo ao som da Cavalgada das Valquírias! Dramático e discreto.
Ou então podia ser algo parecido com o que fazem em pelotões de fuzilamento: para cada infeliz que vai morrer, há vários sujeitos com fuzis, mas apenas um tem bala de verdade; os outros usam balas de festim. Daí que os banheiros deviam ser equipados com alto-falantes que emitissem som de piriri periodicamente. Daí, ninguém ia saber de se o barulho nojento vinha de uma das cabines ou do som, mesmo.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Aviso prévio artificialmente feliz
Pedir demissão é sempre uma coisa chata, né? (Calma, gente! Eu não vou pedir agora não!)
É sempre aquele constrangimento, você prepara um discurso e tem que ser super simpática para não perder o contato com o chefe (que ainda pode lhe render bastante no futuro) e não deixá-lo pensando que você é um ingrato etc etc.
Daí que podia ser inventado um código mais simpático para isso. Algo para livrar a gente desse sofrimento. Algo que dispensasse mais explicações, "sem mais" (esta foi uma piada para o pessoal do meu antigo trabalho).
Algo como... um chocolate!
Já pensou que simpático o diálogo?
- Oi, chefe! Bom diaaaa!!!
- Bom dia por quê? O que é que tem de bom no dia de hoje? <- mau-humor extremo
- Aaaah! Tuudo de bom! Olha, encontrei esse chocolate e lembrei de você.
Chefe vê a embalagem do chocolate, que diz "Aviso prévio". Pra compensar o desgosto, come o chocolate.
- Ah, que bom que você vai desta para uma melhor, não é mesmo? <- serotonina do chocolate atuando.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Barrigueira tonificante
"Barrigueira" é aquela parte da mochila que é presa na barriga do dono. Simples assim. Ah, claro, e costuma ter regulagem para se adaptar a qualquer design de pança e a qualquer volume de tecido adiposo acumulado na região.
Imagine agora uma barrigueira tonificante, com eletrodos similares aos daquele produto que a Feiticeira promovia na televisão. Enquanto o aventureiro percorre sua trilha e carrega sua mochila nas costas, aproveita para fazer a pança tremer e tonificar também os músculos abdominais.
Uma simples trilha vai passar a queimar duas vezes mais calorias e a enrijecer não só os músculos da batata da perna. Ah, e as baterias poderiam ser recarregáveis com luz solar, para que o BarriToner não pare de funcionar no meio do passeio e cause uma sensação de flacidez indesejada no pânceps do aventureiro.
Sucesso de vendas. Diz aí, Feiticeira!
Idéia da Elisa e o Fabricio, enquanto procuravam mochilas para a viagem de ano-novo.
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Fabricio Teixeira
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Hamsters
Academia, 7 da manhã. Um calor de matar e o professor gritando "Vamo lá! Chega de moleza! Pedala mais rápido! Mexe essa banhaaa!". E as tiazinhas nas bicicletas reclamando que o ventilador não dava conta daquele calor todo.
Almoço, meio-dia e meia. Um calor de matar de novo e o ventilador do restaurante gira muito muito devagar, dando um clima de bar mexicano calorento de filme. Quase dá pra ver as mosquinhas pousando no bigodão de um sujeito mal-encarado segurando uma pistola no balcão.
Daí que me deu vontade de ir ali girar a pá do maldito ventilador sozinha, só para ele sair daquela lerdeza e servir para alguma coisa. E... epa! Lembrei da academia. É meio ridículo a gente ficar pedalando na bicicleta sem sair do lugar, né? Daí que se a energia gasta pedalando não gera movimento da gente, bem que podia girar as pás do ventilador! E com um pouco mais de engenhosidade, a energia gerada pelas tiazinhas suarentas poderia abastecer a rede elétrica, e iluminar a sala ou fazer funcionar as esteiras lá do outro lado.
É claro que o abastecimento de energia elétrica do recinto não poderia depender só de quem tá ali pedalando, porque dificilmente seria suficiente. Mas isso podia ajudar a economizar. E acho até que daria um efeito psicológico bem bacana: quanto mais você pedala, mais energia produz e mais o ventilador gira, te deixando mais fresquinho para pedalar ainda mais. E o professor: "Tá com calor? Então pedaaalaaa essa perna goooorda!"
Eu seria uma hamster feliz.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Ar condicionado democrático
Ar condicionado é um troço estranho. De um tempo pra cá as pessoas ficaram tão viciadas nessa maravilha da vida moderna que são capazes de passar o dia todo agasalhadas dentro do escritório com o aparelho ligado na máxima potência. O que é um desrespeito ao planeta, já que vivemos em tempos de aquecimento global. Mas não é isso que vem ao caso.
O fato é que as pessoas são diferentes entre si e se sentem bem em diferentes temperaturas. Não vou entrar na discussão se pessoas com mais peso sentem menos frio, nem se a quantidade de melanina influencia na temperatura do corpo. Mas que é impossível agradar a todas as pessoas que compartilham um ambiente com ar condicionado, isso não dá pra negar.
E já que é impossível agradar a todos, a solução deve ser a mais democrática possível. Imagine um aparelho de ar condicionado que perguntasse a cada celular bluetooth presente naquele ambiente se a temperatura está ok, se deve aumentar ou diminuir. O indivíduo responde no celular em poucos segundos e a temperatura do local se adequa automaticamente à opinião da maioria.
Isso se aplicaria a restaurantes, bares, salas de aula, escritórios e todos os recintos coletivos que possuíssem um aparelho desses.
E viva a democracia \o/
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Fabricio Teixeira
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