Estava eu outro dia no parque pensando "ah que bonito seria se minha cachorrinha pipoca estivesse aqui para passear com ela", e tive uma idéia: "gente, porque é que não alugam cachorros em parques?"
Depois, descobri que a idéia já existia, no Japão (ok, meio difícil competir com o japão em matéria de... qualquer coisa) em Los Angeles (tá, admito que a idéia não era tão original assim) e até aqui no Brasil (mas aqui acho que é só de cães enormes, para segurança).
Mas bem que a coisa poderia ser bem menos capitalista e mais útil para o mundo animal. Por que não alugar cãezinhos sem dono? As feiras de adoção estão cheias de bichinhos fofos, limpinhos (leia-se: sem doenças e afins) e bem carentes. Eu ficaria feliz de passar um tempinho entretendo um deles, e até pagaria por isso.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Cães de aluguel
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elisa volpato
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terça-feira, 25 de março de 2008
Botão repeat em players de vídeo.
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Fabricio Teixeira
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sábado, 22 de março de 2008
SEO para o nome do meu filho
Estava conversando com o fabrício sobre o hábito de colocar nossos próprios nomes no google, e chegamos à conclusão de que para ser achado entre os resultados de busca ajuda muito ter um nome bom.
É por isso que, ao ter meus filhinhos um dia (um menino e uma menina), eu gostaria de ter uma assistência de Search Engine Optimization. Não basta um nome ser bonito, soar bem, ter bons atributos numerológicos e não gerar apelidos humilhantes para a criança. Também tem que ser facilmente encontrado pelos mecanismos de busca e gerar uma boa credibilidade profissional (e eu espero que meus filhinhos sejam nerds o suficiente para um dia me agradecer por isso).
- A combinação nome+sobrenome tem de ser pouco comum, mas ao mesmo tempo simples e facilmente reconhecível. Não adianta ter um nome originalíssimo que ninguém vai saber pronunciar e, principalmente, soletrar no campo de busca. Aposto como eu sou muito mais bem sucedida nos buscadores do que uma Elísia Volpatta seria.
- O nome não pode ser o mesmo utilizado para procedimentos médicos (como o meu), plantas, métodos em geral, estádios ou competições esportivas. Não dê a seu filho o nome de Jules Rimet dos Santos! Além de ser brega, ele não vai aparecer na primeira página do Google.
- E... percebi que não sei muito de SEO, gente. Mas como tudo neste blog, essa é uma idéia girino. E fica aqui para alguém pegar, desenvolver e ganhar milhões com ela um dia. Só espero ter desconto na hora que precisa do serviço, ok?
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Silenciador de sites
Você abre 3 janelas de navegador com umas 15 abas em cada uma. O problema é que sempre tem um site de agência ou de clube que insiste em abrir com musiquinha pra te deixar no clima, ou mesmo aquele vídeo do youtube que não espera carregar nem espera que você aperte "play". Simplesmente sai tocando, e é beeem chato de achar a fonte daquele barulho chato. Às vezes isso é tão chato que fico feliz de meu notebook ter um "mute" bem faciinho de achar.
Para acabar com essa chateação constante, eu bem que queria um bloqueador de sons indesejados. Um que me avisasse "Ei, elisa! tem um site mané querendo tocar um putz putz chato aqui. Você deixa? Sim ou não?" E além de dizer "não"eu poderia selecionar "Nunca aceitar música desse site chato" ou "Nunca aceitar música de site nenhum" ou até "Apenas aceitar música de um site quando sua janela estiver ativa".
E se isso não for possível, que pelo menos fosse fácil de identificar o site chateador: o navegador podia mostrar um sinalzinho em cima da aba ou da janela para me avisar que dali sai um barulho indesejado. Eu fecharia sem dó.
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elisa volpato
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Vale padaria
"Todo dia eu tenho que ter 2 reais trocados pra deixar pra minha empregada comprar pão." (Duda Vasconcellos)
Pois é. Isso não aconteceria caso já tivessem inventado o Vale Padaria.
A idéia é bem simples. Trata-se de um cartão pré-pago que as donas-de-casa deixam carregado para suas empregadas para que elas possam fazer pequenas compras do dia-a-dia sem precisar atormentá-las atrás de centavos - e nem o dono da quitanda atrás de um fiado. Uma espécie de cartão de crédito, mas sem necessidade de assinatura ou senha.
A vantagem para os estabelecimentos? Fidelizar o cliente, agilizar a compra e ainda ter a certeza que a empregada não vai deixar de comprar o pãozinho de cada dia por esquecimento da patroa. Além de não ter que se preocupar com moedas e troco, claro.
Ah, sim. E o mesmo vale pra quando a mãe pede ao filho que vá ao mercadinho da esquina, pra quando o marido esquece de sacar dinheiro antes de chegar em casa, ou ainda para as mulheres desesperadas atrás do fermento do bolo que já está batendo. Uma mão na roda, não é mesmo?
Valeu pela dica, Duda!
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Fabricio Teixeira
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Filtro cordavocálico
Tem gente que fala muito quando não tem nada pra falar. Tem gente que fala pouco, mas o que fala, é bom. E tem gente que insiste em falar mas fala tudo errado! Infelizmente, para a humanidade, o primeiro e o último tipo de gente são os mais comuns. E isso sempre foi um problema para todos...
...ATÉ AGORA! Com o maravilhoso FILTRO CORDAVOCÁLICO apenas coisas boas e úteis e relevantes e corretas gramaticalmente conseguirão passar de um pensamento ridículo para o mundo exterior, em formato de voz.
É meio parecido com aquele filtro afinador que ouvi dizer que alguns cantores usam. Para que seja possível perceber o nível de irrelevância da fala antes mesmo do som começar a sair, o filtro tem ligações cerebrais que detecta pensamentos idiotas. Assim, conforme os pensamentos irrelevantes são reformulados, o filtro manda um estímulo para um dispositivo instalado nas cordas vocais, que emudece a pessoa.
No começo as pessoas estranhariam perder a voz subitamente. Mas logo aprenderiam a transformar a boca aberta em um bocejo simpático. Afinal, melhor ser sonolento do que falar o que não deve.
ps. Nenhuma idéia é totalmente ridícula, tá?
pps. Cliquem no "gente". Todo mundo deveria ver esse site antes de morrer.
Banheiro "não fui eu"
Todo mundo tem direito a um dia de piriri, não é mesmo? Hoje mesmo eu ouvi alguém numa crise, ali no banheiro (não fui eu!). Só que nem sempre pega bem ter um piriri sonoro, a depender do banheiro utilizado.
Por isso acho que os banheiros poderiam ter som ambiente. Mas não uma musiquinha de elevador: tinha que ser algo muito muito alto e dramático para não permitir que sons constrangedores fossem ouvidos pelos demais. Imagina só um indivíduo se contorcendo ao som da Cavalgada das Valquírias! Dramático e discreto.
Ou então podia ser algo parecido com o que fazem em pelotões de fuzilamento: para cada infeliz que vai morrer, há vários sujeitos com fuzis, mas apenas um tem bala de verdade; os outros usam balas de festim. Daí que os banheiros deviam ser equipados com alto-falantes que emitissem som de piriri periodicamente. Daí, ninguém ia saber de se o barulho nojento vinha de uma das cabines ou do som, mesmo.