sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Patch de nicotina + cafeína

Eu não fumo. Mas tomo café, bastante. E sei que tem gente que fuma quando vai tomar café. E toma café quando fuma e fuma quando bebe e quando tá com amigos e quando tá na balada, essas coisas. 

Daí o fulano quer parar de fumar, e compra um patch de nicotina. Até que mata a vontade de fumar, mas... o que ele vai fazer com a outra mão quando for tomar café? (aham, ok, não respondam). 

Por isso que o patch devia incluir também cafeína. Assim não precisa sair para fazer nem uma coisa nem outra: o patch supre qualquer viciado de suas necessidades básicas! E não precisa sair da mesa de trabalho pra mais nada! Isso é, se ele também tiver um patch de proteína, carboidratos e... gordura não. E sem glúten. 

No fim, se os amigos te chamarem para tomar um café e fazer uma fumacinha ali, dê uma twittada neles! Porque a vida social virtual é muito mais saudável. E menos (?) viciante.

(Atendendo a pedido do Lucas)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Telemarketing-translator-robô

Depois de cinco tentativas (frustradas) de cancelar o Speedy, acho que estou começando a entender porque nenhuma delas funcionou: eu não sou um robô! Os atendentes são robôs, e eu não sou. Não me contento com as respostas deles e eles não entendem os meus pedidos. 


Então queria muito que alguém desenvolvesse pra mim um telemarketing-translator-robô. Eu falaria para ele "cancela aí todos os serviços da telefonica" e ele ligaria 12783 vezes para o sac da Telefonica até conseguir cancelar. E pode ser até que com sua experiência robótica ele conseguisse de primeira. Ou não. 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Sessão de cinema patrocinada

Essa quase não é minha idéia. quer dizer, sabe quando você tá conversando com alguém e chega a uma conclusão legal e não sabe mais de quem foi a idéia? Pois. 


Estava eu com o respectivo no cinema e ele é assim, uma pessoa bem neurótica. Às vezes. Muitas vezes. Com quase tudo. E ele criou o hábito de contar o número de comerciais que passavam antes de começar os trailers antes de começar o filme. E pra ver o Batman fomos obrigados a assistir 13 peças publicitárias! TRE-ZE! É como pagar para usar uma camiseta com o logo enorme da Levi's na frente, e mais nada. 

Então pensei (pensamos) que se é para ter tanta publicidade, que pelo menos a coisa fique mais honesta! Criar sessões patrocinadas, em que o preço do ingresso fosse menor para quem aceita assistir treze comerciais antes de ver o filme. Daí o meu respectivo, que é mais pão-duro do que neurótico, ficaria mais feliz. :)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Leve breja

Não sou candidata a nada, mas inventei uma ótima proposta de governo! 


LEVE BREJA

Porque todo jovem merece manter seu nível alcoólico em níveis inaceitáveis socialmente! :D
A idéia é simples: 
- Quanto mais álcool, mais o jovem bebe.
- Quanto mais o jovem bebe, menos tem condições de dirigir. 
- Se o jovem tem  menos condições de dirigir e ainda tem bebida onde ele tá, vai continuar bebendo ali em vez de sair com o carro (mesmo porque existe a lei seca, né?). 
- Quantos menos carros de jovens nas ruas, menos carros nas ruas. 
- Quantos menos carros, menos trânsito!

E assim todo mundo fica feliz! Exceto aqueles que ficam tristes quando bebem. 

ps. Preciso dar o crédito: esta idéia genial não seria alcançada sem a ajuda do Emmo.

sábado, 26 de abril de 2008

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Para usar em seu projeto e educar designers e desenvolvedores em geral (sem que eles percebam!).

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(Esse post foi uma piada interna para os arquitetos de informação. Se não faz idéia do que é isso, entre aqui arquiteturadeinformacao.com.br)

sábado, 5 de abril de 2008

Encha seu pote de creme ou o refil sem refil

Eu sou mulher fresca e adoro creme. Adoro os potinhos também. Mas não gosto de ver mil potinhos no lixo. Daí eu vou no catálogo e peço a opção em refil. Mas, mas... isso adianta, mesmo? Porque vou acabar tendo mais um pote para jogar fora, de qualquer jeito.

Daí que fiquei imaginando como seria legal uma loja self-service com enormes tubos de creme coloridos pendurados no teto. Você chega e paga uma taxa de acordo com os cremes que quer e o tamanho do pote que vai encher (mas tudo bem mais barato do que comprar o pote de creme na farmácia, claro). Daí é encontrar o tubão correto, apertar um botão e o creme percorre um tubo espiral fazendo um barulho BRUUUUU e cai um monte de creme no seu pote. Assim, meio fantástica fábrica de cremes maravilhosos.

Daí a moça da loja, para ganhar um extra, faz propaganda de outros produtos e oferece potes bem bacanas da própria loja. E como você já economizou bastante trazendo seus próprios potes, acaba comprando uma loçãozinha milagrosa para acabar com as olheiras que nem sabia que tinha.

Enfim: é bacana, é econômico e diminui a quantidade de lixo que você produz.

Em tempo: a Lush, aquela loja cheirosa que vende coisas em barra com sabores (ops!) curiosos, faz questão de mostrar que todas as embalagens vendidas ali são recicladas. Bom, pelo menos no site inglês. Qualquer dia vou comprar lá só pra descobrir qual é.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Preferência para quem dói

Estou vivendo dias de golum. Primeiro porque a dor nas costas tá me matando e fico rastejando pela casa, toda torta. Segundo, porque não consigo parar de me lamuriar com a situação.

Daí que ontem eu estava na farmácia para comprar emplastos e afins e tinha uma fila enorme no caixa. Eu, toda sofrendo, e ainda tive que deixar passar uma velhinha toda saudável na minha frente. Bem que podia ter atendimento preferencial para quem está sofrendo, né? No pronto-socorro, a pessoas que chegam esquartejadas ou baleadas ou com hemorragias múltiplas ou sem uma parte do corpo são atendidas primeiro. Então porque é que na farmácia eu, com toda a minha cara de dor e postura de golum não posso passar na frente da velhinha espevitada?